Projetos de Pesquisa

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Conheça os projetos de pesquisa em Reumatologia que estão em andamento na Escola Paulista de Medicina.

 

Anticorpos Anti-proteínas carbamiladas (anti-CarP) na Artrite Reumatoide

Data: 01/05/2015 - em andamento

Introdução: A presença de autoanticorpos é uma característica da artrite reumatoide (AR). Os dois autoanticorpos mais comumente usados para diagnóstico e classificação são o Fator Reumatoide (FR) e os Anticorpos Anti-Proteínas Citrulinadas (ACPA). Esses autoanticorpos têm sido implicados na patogênese da doença, sendo preditores do seu desenvolvimento e associados a um curso mais agressivo. Sendo assim, permitem a predição de um prognóstico mais preciso e melhor gerenciamento do tratamento. Recentemente, foi descrita na AR uma família de autoanticorpos que reconhece proteínas carbamiladas (anti-CarP), ou seja, proteínas que contém resíduos homocitrulina. Anticorpos anti-CarP foram detectados em até 45% dos pacientes com AR e também entre 16 a 30% dos pacientes com AR e ACPA-negativos. Além disso, pacientes com AR ACPA-negativos, mas com anticorpos anti-CarP, foram associados a uma progressão radiológica mais agressiva, constituindo, portanto, um fator prognóstico para pacientes até então considerados como “soro-negativos”. Além disso, numa coorte com artralgia, anticorpos anti-CarP predisseram o desenvolvimento da AR independentemente dos ACPA. Apesar do importante valor diagnóstico do FR e dos ACPA, existe ainda a demanda por mais marcadores sorológicos que possam melhorar o diagnóstico precoce e o gerenciamento do tratamento. Considerando a especificidade, a sensibilidade, a relação com resposta clínica e os fatores de risco ambientais para AR, o estudo desse novo marcador sorológico, o anticorpo anti-CarP, pode incrementar o entendimento das vias moleculares envolvidas na patogênese da AR. Objetivos: Avaliar a frequência do anti-CarP numa amostra de pacientes brasileiros com AR, sua sensibilidade e especificidade, suas possíveis associações com gravidade do dano articular e tempo de doença e fatores de risco ambientais e genéticos. Materiais e Métodos: Será realizado estudo do tipo transversal, desenvolvido na Disciplina de Reumatologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Serão incluídos 400 pacientes com Artrite Reumatoide (AR), 40 pacientes com Espondilite Anquilosante (EA), 40 pacientes com Artrite Psoriásica (AP), 40 pacientes com Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), 40 pacientes com Gota e 40 indivíduos saudáveis. Serão coletadas informações sobre dados demográficos, tempo da doença e informação em relação a tabagismo. O dano articular será avaliado utilizando o método de Sharp/van der Heijde. A genotipagem HLA-DRB1 será feita por PCR e a avaliação de autoanticorpos: ACPA, FR e anti-CarP será feita por ELISA.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

LUIZ EDUARDO COELHO ANDRADE - Responsável pelo Projeto

SARA DE BRITO ROCHA

ANTICORPOS ANTI-“RODS & RINGS”, HCV E RIBAVIRINA/INTERFERON-?: “UM MODELO DE GERAÇÃO DE AUTOANTICORPOS EM HUMANOS

Data: 01/01/2012 - em andamento

Nosso grupo demonstrou recentemente que pacientes com Hepatite C tratados com a Ribavirina e Interferon alfa desenvolvem altos títulos de anticorpos contra a enzima IMPDH2 ao longo do tratamento (resultados publicados na revista PLoS One: Keppeke, GD, et.al. 2012). Acreditamos que isto se deva a alterações na IMPHD2 provocadas pela Ribavirina, ocasionando sua deposição na forma filamentar e anular nas células dos pacientes (padrão RR observado no FAN). Possivelmente, essas mudanças estruturais, juntamente ao efeito adjuvante do Interferon alfa, levam à quebra de tolerância e produção de autoanticorpos pelos pacientes contra as estruturas RR. Neste trabalho estamos explorando os contextos genéticos dos pacientes (HLA), da relação de interação droga/proteína/estrutura do RR, e do processo de quebra de tolerância.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

LUIZ EDUARDO COELHO ANDRADE - Responsável pelo Projeto

AVALIAÇÃO ARTICULAR COMPARATIVA ENTRE INDIVÍDUOS NORMAIS E PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE .

Data: 01/01/2012 - em andamento

Foi realizado um estudo ultrassonográfico comparando 130 voluntários saudáveis com 60 pacientes com artrite reumatóide. Variáveis articulares de hipertrofia sinovial, Power Doppler e erosão óssea foram realizadas em 25 recessos articulares e comparadas entre os dois grupos. Essa comparação permitiu a identificação de medidas quantitativas de hipertrofia sinovial específicas de artrite reumatóide para a maioria dos recessos estudos, bem como a identificação dos recessos sinoviais mais importantes para a detecção dessa doença, quando comparados aos indivíduos saudáveis.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

JAMIL NATOUR - Responsável pelo Projeto

RITA NELY VILAR FURTADO

Avaliação ultrassonográfica de articulações de pequeno, médio e grande porte de indivíduos saudáveis: uma análise comparativa entre os gêneros.

Data: 01/12/2015 - em andamento

Comparar através do exame ultrassonográfico as articulações de grande, médio e pequeno portes entre os gêneros, quanto aos seguintes parâmetros: hipertrofia sinovial na escala de cinza (medida quantitativa e semi-quantitativa), fluxo sinovial através do power Doppler (medida semi-quantitativa), e erosão subcondral (medida semi-quantitativa). Métodos: estudo de corte transversal onde o ultrassom articular será comparado entre os gêneros, de uma população de indivíduos saudáveis. O grupo 1 foi formado por 100 mulheres saudáveis e o Grupo 1, está sendo formado por 60 homens saudáveis. Os dois grupos estão sendo pareados por cor da pele, idade e índice de massa corpórea (IMC). As articulações e recessos articulares escolhidos para as medidas foram os que são considerados mais relevantes na prática clínica reumatológica. O estudo está sendo bila- teral das articulações: 2ª e 3ª metacarpofalângicas, 2ª e 3ª interfalângica proximal, punho, cotovelo, glenoumeral, quadril, joelho, talocrural, talonavicular, talocalcânea, 1ª, 2ª e 5ª metatarsofalângicas.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

RITA NELY VILAR FURTADO - Responsável pelo Projeto

JAMIL NATOUR  - Docente

JOSE CARLOS NUNES TAMASHIRO - Discente - Mestrado

DANIELE FREITAS PEREIRA Discente

ASSOCIAÇÃO ENTRE A DISTROFIA UNGUEAL E A ENTESOPATIA DO APARELHO EXTENSOR DA INTERFALÂNGICA DISTAL, AVALIADAS PELA ULTRASSONOGRAFIA, EM PACIENTES COM PSORÍASE EM ATIVIDADE

Data: 01/01/2012 - em andamento

O envolvimento articular é observado em cerca de 30% dos pacientes com psoríase, muitos dos quais com comprometimento erosivo, destrutivo e incapacitante. No entanto, nenhuma estratégia clínica, laboratorial ou radiográfica atual é suficientemente poderosa para identificar pacientes com psoríase, assintomáticos do ponto de vista articular, que possam evoluir para ap em curto, médio ou longo prazo.

Objetivos: estudar a associação entre o acometimento psoriásico ungueal e a entesopatia do aparelho extensor da interfalângica distal, avaliada pela ultrassonografia, bem como a associação entre a entesite, avaliada pela ultrassonografia, com o comprometimento articular (dactilite, entesite, artrite e axial), em pacientes com psoríase em atividade. Pacientes e métodos: serão incluídos 200 pacientes, de ambos os sexos e maiores de 18 anos de idade, com diagnóstico de psoríase vulgar em atividade clínica, por meio de estudo transversal, com grupo controle. Pacientes com diagnóstico prévio de qualquer doença reumática serão excluídos, bem como aqueles com positividade do teste micológico direto ou com paroníquia, panarício, unhas esmaltadas e onicofagia.

Os seguintes instrumentos serão aplicados por dermatologista experiente: pasi, napsi, pase, topas, pest. O reumatologista avaliará a presença de dactilite, entesite, artrite ou quadros axiais, bem como aplicará os critérios caspar, asas para lombalgia inflamatória, asas 2009 e os instrumentos das28 e asdas (pcr e vhs). Os pacientes realizarão radiografias de sacroilíacas e ultrassonografia das articulações, ênteses, pele e unhas, com o equipamento mylab70® (esaote, itália), com transdutor 18 mhz e power doppler, de acordo com os parâmetros propostos pelo omeract 2010.

Nenhum dos avaliadores terá acesso às avaliações feitas pelos outros profissionais (dermatologista, reumatologista ou radiologista), caracterizando avaliação cega.

O desempenho da nova metodologia será avaliado por meio da área sob a curva roc (receiver operating curve) e valores de p<0,05 serão considerados estatisticamente significantes.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

MARCELO DE MEDEIROS PINHEIRO - Responsável pelo Projeto

BARBARA NASCIMENTO DE CARVALHO KLEMZ - Discente

Pesquisadores Externos

KARINE RODRIGUES DA LUZ

AVALIAÇÃO DA ALTURA DO CENTRO DE GRAVIDADE COMO FATOR PREDITOR DE QUEDAS EM MULHERES IDOSAS DA COMUNIDADE COM OU SEM OSTEOPOROSE E FRATURAS.

Data: 01/01/2012 - em andamento

As quedas são um problema grave de saúde para pessoas idosas, causando ônus social e econômico. Apesar de ser um determinante importante do equilíbrio, o posicionamento do centro de massa (CM) não tem sido avaliado como um fator de risco para quedas. Este estudo avaliou a associação entre a altura percentual do CM (CM%) e o risco de quedas em idosos. Mulheres saudáveis com 60 anos de idade ou mais foram selecionadas consecutivamente em um estudo do tipo caso-controle. Quarenta e oito mulheres classificadas como "caidoras" (sofreram duas ou mais quedas no ano anterior) foram os casos, enquanto 48 mulheres pareadas para idade e peso foram os controles ("não-caidoras", sem quedas ou apenas uma queda no ano anterior). A composição corporal e densidade mineral óssea (DMO) por DXA, o teste de levantar da cadeira em 30 segundos (30-second chair stand test), a circunferência abdominal, a escala de equilíbrio de Berg e a CM% utilizando o método da prancha de reação foram avaliados em todos os participantes. Os parâmetros da composição corporal não foram significativamente diferentes entre os grupos. A DMO da coluna vertebral e do quadril tendeu a ser menor entre as caidoras, mas a diferença foi significativa apenas no colo do fêmur (0,80 ± 0.10g/cm2 vs 0,87 ± 0.76g/cm2 , p <0,01). A pontuação da escala de equilíbrio de Berg foi menor entre caidoras (p <0,05). O percentual de altura do CM foi significativamente maior entre caidoras (p <0,001) e isso foi associado com um maior número de fraturas (p <0,05). O percentual de altura COM é significativamente mais elevado em idosos com quedas frequentes.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CHARLLES HELDAN DE MOURA CASTRO - Responsável pelo Projeto

VERA LUCIA SZEJNFELD

Pesquisadores Externos

CLAUDIO WALLACE LISBOA ALMEIDA - Participante Externo

ANÁLISE DA ASSOCIAÇÃO ENTRE POLIMORFISMOS DE NUCLEOTIDEO ÚNICO DO GENE FOXP3 E RISCO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCLEROSE SISTÊMICA

Data: 01/01/2012 - em andamento

Introdução: A esclerose sistêmica (ES) é uma doença reumática autoimune caracterizada por microangiopatia generalizada e precoce, associada à fibrose da pele e de vários órgãos internos. A etiopatogênese da doença permanece pouco compreendida. No entanto, a doença pode ser desencadeada pela interação entre fatores genéticos, ambientais e infecciosos. Como na maioria das doenças autoimunes, a ES apresenta um forte viés de gênero com maior prevalência da doença em mulheres, sugerindo o envolvimento de hormônios e cromossomos sexuais na susceptibilidade à doença. Poucos estudos investigaram o impacto dos cromossomos sexuais na ES. Interessantemente, um estudo recente demonstrou associação entre o haplótipo 196Phe/532Ser do gene IRAK1, localizado no cromossomo X, e susceptibilidade à ES. O gene FOXP3 está localizado no braço curto do cromossomo X (Xp11.23) e é responsável pela codificação de fatores de transcrição que possuem um domínio de ligação ao DNA do tipo “winged-helix”. Além disso, o papel regulador exercido pelo gene FOXP3 na homeostase do sistema imune, sugere que polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) possam estar envolvidos na susceptibilidade à ES. Objetivos: Investigar possíveis associações entre polimorfismos de nucleotídeo único no gene FOXP3 com susceptibilidade à ES e correlacioná-los com diferentes fenótipos da doença. Materiais e Métodos: Um grande estudo de caso-controle será realizado com a utilização de uma coorte francesa de pacientes com ES (n = 1000) e controles (n = 1000) como coorte de descoberta. Em seguida, como coorte de replicação, 1000 pacientes e 1000 controles de origem alemã e italiana serão avaliados. Somente mulheres farão parte do estudo para que a contribuição dos genótipos do FOXP3 possa ser avaliada. Os SNPs do gene FOXP3 serão selecionados com a utilização do mapa internacional de haplotipos (HAPMAP) e de acordo com seu desequilíbrio de ligação. Posteriormente, os SNPs serão genotipados mediante as técnicas de genotipagem de alto rendimento KASPar e de discriminação alélica por PCR em tempo real. Adicionalmente, uma possível associação entre polimorfismos no gene FOXP3 e diferentes fenótipos da doença será investigada. Em caso de associação genética, será realizada quantificação dos níveis de linfócitos T reguladores em sangue periférico para uma melhor compreensão da correlação entre genótipo e fenótipo. Resultados esperados: A investigação de polimorfismos gênicos no gene FOXP3 será capaz de elucidar alguns dos mecanismos envolvidos na diferenciação fenotípica e susceptibilidade à ES. Tal estudo permitirá o intercâmbio internacional, o treinamento especializado do aluno em um centro de excelência no exterior, visando à inovação e a oportunidade de implementação de novas modalidades de pesquisa no Brasil.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CRISTIANE KAYSER VEIGA DA SILVA - Responsável pelo Projeto  - Docente

MARIA IZABEL ARISMENDI DE OLIVEIRA

APOPTOSE, CÉLULAS T REGULATÓRIAS E CÉLULAS TH17 NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO

Data: 01/01/2011 - em andamento

Recentemente vem sendo discutido o papel de distúrbios no processo de apoptose na patogênese da doença. A fonte mais provável de auto-antigenos no lúpus provém de materiais apoptóticos. É amplamente demonstrado que os níveis aumentados de células apoptóticas em amostras de pacientes com lúpus são reflexo de eventos pró-apoptóticos associado à remoção ineficiente desses debris celulares presentes no organismo do indivíduo. Dentre os eventos pró-apoptóticos é evidente em muitos trabalhos que fatores presentes no soro dos pacientes com Lúpus contribuem para a indução da apoptose. Portanto, diante de evidências de que as células do sistema imune de pacientes com Lúpus apresentam propensão aumentada a apoptose e que o soro desses pacientes contém fatores circulantes que contribuem para indução da morte programada dessas células, o presente estudo propõe-se a avaliar in vitro a frequência, estabilidade fenotípica e função de células TREGs e células Th17 de pacientes com LES submetidas a diferentes condições in vitro, tais como: a presença e ausência do soro lúpico, presença e ausência de células apoptóticas, bem como a influência do pré-congelamento e descongelamento dos linfócitos.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

LUIZ EDUARDO COELHO ANDRADE - Responsável pelo Projeto  - Docente

DANILO MESQUITA JUNIOR - Discente

VANESSA DA SILVA FERREIRA - Discente

Pesquisadores Externos

FERNANDA VIEIRA MESQUITA - Participante Externo

AVALIAR A EFETIVIDADE DO PROGRAMA EDUCACIONAL COMBINADO AO TENS EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE DE JOELHOS.

Data: 01/09/2015 - em andamento

A osteoartrite (OA) é uma das doenças crônicas degenerativas mais comuns que afeta a população adulta, levando a hipertrofia óssea e acometendo a cartilagem articular. Sua etiologia ainda é desconhecida, mas existem diversos fatores que estão envolvidos como a idade, obesidade e entre outros. Além disso, ainda não existe uma cura para a OA, porém há diversos tratamentos para o alivio dos sintomas e para sua prevenção. Esses tratamentos podem ser medicamentoso e não medicamentoso. Um dos tratamentos não medicamentosos para OA é a fisioterapia, que pode atuar de diversas maneiras como no alívio da dor em fases agudas, na preservação das funções das articulações e na melhora da movimentação da articulação acometida, através de alguns recursos como eletroterapia e programas de educação.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

ANAMARIA JONES MARTINEZ - Responsável pelo Projeto  - Docente

JAMIL NATOUR  - Docente

LAIS YUMI MIURA - Discente - Mestrado

AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DA ÓRTESE NOTURNA NO TRATAMENTO DE MULHERES COM OSTEOARTRITE SINTOMÁTICA NA ARTICULAÇÃO INTERFALÂNGICA DA MÃO DOMINANTE: ESTUDO CONTROLADO RANDOMIZADO

Data: 01/10/2013 - em andamento

Introdução: A osteoartrite (OA) é referida em vários países como uma doença incapacitante com altos índices de comprometimento funcional principalmente das mãos. Muitos pacientes com um diagnóstico clínico de OA são tratados com uma combinação de tratamento: medicamento e não medicamento. Na reabilitação do paciente reumatológico as órteses são indicadas com a finalidade de diminuir a inflamação e a prevenção de deformidades. As recomendações para o uso de órtese na mão com osteoartrite estão centradas em estudos da articulação trapeziometacarpal. Objetivo: Avaliar a efetividade do uso de uma órtese noturna para os II e ou III dedos da mão dominante em mulheres com osteoartrite da interfalângica proximal e ou distal. Material e Método: Este é um estudo randomizado, controlado com avaliador independente com segmento de seis meses, com quatro avaliações no decorrer do estudo. Critérios de inclusão: Indivíduos do gênero feminino com idade superior a 40 anos, com diagnóstico de OA sintomática nas interfalângicas proximais e distais em II e ou III quirodáctilos da mão dominante, abdução palmar do polegar dominante entre 35º a 45º, sem comprometimento das mãos que prejudiquem a manipulação de objetos. Critérios de exclusão: Outras doenças reumáticas, neurológicas e músculo esquelético que possam interferir o membro superior e déficit cognitivo que impeça a compreensão dos instrumentos de avaliação. Quanto ao uso da órtese noturna somente o grupo estudo fará uso da mesma desde a primeira avaliação, já o grupo controle, receberá a órtese somente na última avaliação. Avaliação e instrumentos utilizados: Os participantes serão avaliados quanto á dor por uma escala visual analógica de 0 á 10 cm , força de preensão palmar pelo dinamômetro Jamar e pinças pelo dinamômetro Pich Gauge, responderão a um questionário específico de função manual em osteoartrite, o Australian/ Canadian (AUSCAN) e um questionário genérico de função da mão o Cochin, e para avaliar a destreza da mão utilizaremos o Pick up Test. A coleta de dados do estudo será realizada nos ambulatórios assistenciais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Foi calculado para o estudo um N de cinquenta e dois indivíduos com vinte e seis em cada grupo (grupo estudo e outro controle). Os dados descritivos serão apresentados na forma de média e desvio padrão, para comparação entre os grupos utilizaremos o teste t-Student ou Mann-Whitney, e nas variáveis categóricas o teste qui-quadrado. Para avaliar a resposta à intervenção será utilizada a análise de variância (ANOVA) com medidas repetidas com análises intergrupo e intragrupo ao longo do tempo. O nível de significância estatística adotado será de 5%. Os dados de todos os pacientes serão analisados por intenção de tratar

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

ANAMARIA JONES MARTINEZ  - Docente

JAMIL NATOUR - Responsável pelo Projeto - Docente

PAULA GABRIEL SILVA - Doutorado - Mestrado

Avaliar o desempenho dos questionários de atividade física IPAQ-versão curta e BAECKE em refletir o condicionamento físico pelo teste de VO2máx em mulheres idosas

Data: 01/09/2013 - em andamento

Estudo transversal, descritivo com 100 mulheres acompanhadas no ambulatório osteometabólica da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP e aprovado pelo Comitê de Ética da EPMHSP/Unifesp. Critérios de inclusão: idade > 60 anos, doenças controladas, assinar o TCLE. Critérios de exclusão: doença que comprometa a marcha, uso de bengala, distúrbios cognitivos. Serão coletados os dados demográficos; preenchimento dos questionários IPAQ e Baecke de atividade física, atividade de vida diária de Barthel (AVD’s) e atividade instrumental de vida diária de Lawton (AIVD’s) e qualidade de vida pelo SF-36. Todas irão passar por avaliação médica por médico especializado em medicina esportiva, teste de ergoespirometria (VO2máx) em esteira (equipamento Quark PFT4ergo, Cosmed, Italy), teste de caminhada de seis minutos (TC6’), Time up and go (TUG), teste de preensão palmar (TPP - JAMAR).

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

VERA LUCIA SZEJNFELD - Responsável pelo Projeto - Docente

AURORA DE FATIMA GAZOLIN CECILIO MAFRA CABRAL - Discente - Mestrado

Concentração sérica da osteocalcina em mulheres na pós-menopausa com DM2 e controles saudáveis: correlação com homeosatse da glicose

Data: 01/12/2015 - em andamento

O presente estudo investigará a associação entre os níveis séricos da osteocalcina total e subcarboxilada com a homeostase da glicose e análise da composição corporal. A osteocalcina total e subcarboxilada será mensurada em mulheres na pós-menopausa com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e em controles saudáveis pareados para gênero, idade e IMC. A homeostase da glicose será mensurada por meio da glicemia de jejum, Hemoglobina glicada (HBA1c), insulina de jejum e HOMA. A hipótese de estudo espera que os níveis de osteocalcina sejam inferiores em pacientes com DM2 quando comparado aos controles saudáveis.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CHARLLES HELDAN DE MOURA CASTRO - Responsável pelo Projeto - Docente

JOAO CARLOS ORTEGA - Discente - Mestrado

AVALIAÇÃO DAS CAUSAS DE ÓBITO EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTEMICO

Data: 01/01/2009 - em andamento

Avaliar as causas multiplas de óbito em pacientes com LES no estado de São Paulo no período de 1984 a 2008

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

EMILIA INOUE SATO - Responsável pelo Projeto - Docente

Pesquisadores Externos

AUGUSTO HASIAK SANTO - Participante Externo

DEBORAH COLUCCI CAVALCANTE DE SOUZA - Participante Externo

CAUSAS DE ÓBITO EM ARTRITE REUMATOIDE NO ESTADO DE SÃO PAULO - ESTUDO AVALIANDO CAUSAS MÚLTIPLAS DE MORTE

Data: 01/01/2011 - em andamento

Os objetivos deste estudo é o de estudar as causas múltiplas de morte nos óbitos ocorridos no Estado de São Paulo, onde foi mencionado AR em qualquer linha da DO, no período de janeiro de 1996 a dezembro de 2009. Conhecer o número médio de causas de morte por DO; calcular a média de idade de morte na AR em todo o período estudado; comparar a média de idade de morte nos anos de 1996 a 2003 e nos anos 2004 a 2009. pesquisar as causas de morte na AR; analisar as causas de morte segundo gênero e faixas etárias; comparar as causas de morte relacionadas à AR nos anos de 1996 a 2003 e nos anos 2004 a 2009. comparar as causas básicas de morte na AR e na população do Estado de São Paulo nos mesmos períodos. A avaliação da mortalidade por artrite reumatoide através do uso da metodologia das causas múltiplas causas, poderá propiciar novas informações que poderão contribuir para mudanças nas orientações do manejo dos pacientes com AR.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

EMILIA INOUE SATO - Responsável pelo Projeto - Docente

Pesquisadores Externos

AUGUSTO HASIAK SANTO - Participante Externo

DEBORAH COLUCCI CAVALCANTE DE SOUZA - Participante Externo

AVALIAÇÃO DE MARCADORES SÉRICOS DE LESÃO VASCULAR E ALTERAÇÕES ANATÔMICAS E FUNCIONAIS DA MICROCIRCULAÇÃO EM PACIENTES COM FENÔMENO DE RAYNAUD PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO

Data: 01/01/2010 - em andamento

No presente estudo pretendemos avaliar em uma ampla população de pacientes com fenômeno de Raynaud (FRy), com doença definida ou doença pré-clínica, diferentes marcadores séricos de ativação endotelial, ativação plaquetária, estresse oxidativo, inflamação, angiogênese e fibrose, envolvidos na patogênese do FRy e das doenças do espectro da esclerose sistêmica (ES), e correlacioná-los com aspectos clínicos e alterações anatômicas e funcionais da microcirculação mediante capilaroscopia periungueal, videocapilaroscopia e laser Doppler imaging. Serão avaliados 50 pacientes com FRy primário, 50 pacientes com suspeita de FRy secundário (doença indiferenciada do tecido conjuntivo), 50 pacientes com FRy secundário à ES e 50 controles saudáveis. Serão dosados os níveis séricos de endotelina-1 (ET-1), fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), fator de crescimento transformador beta (TGF-?) e fator de Von Willebrand (fvW), pelo método de ELISA, proteína C reativa (PCR) por turbidimetria e substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS). As reações de ELISA e TBARS serão lidas por espectrofotometria. A capilaroscopia periungueal panorâmica será realizada utilizando-se uma lupa estereomicroscópica com magnificação de 10 a 25 vezes. A videocapilaroscopia será realizada sob magnificação de 200 vezes, com equipamento computadorizado com sistema de vídeo Videocap 8.14 (DS-Medica, Itália). O fluxo sanguíneo das mãos será medido por laser Doppler imaging, antes e após estímulo frio. Será realizada correlação entre marcadores séricos e variáveis clínicas e morfológicas assim como comparação dos diferentes parâmetros entre os grupos estudados.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CRISTIANE KAYSER VEIGA DA SILVA - Responsável pelo Projeto - Docente

CINTIA ZUMSTEIN CAMARGO - Doutorado - Mestrado

LUIZ EDUARDO COELHO ANDRADE  - Docente

AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL EM PACIENTES COM ESCLEROSE SISTÊMICA

Data: 01/01/2007 - em andamento

A esclerose sistêmica (ES) é uma doença reumática auto-imune, sendo que acometimento do trato gastrintestinal ocorre em até 90% dos pacientes com ES. Avaliação nutricional de pacientes com ES é rara na literatura. No presente estudo pretendemos avaliar o estado nutricional de 40 pacientes com diagnóstico de ES (segundo os critérios do Colégio Americano de Reumatologia) e comparar com 40 controles normais pareados para sexo e idade. A avaliação nutricional será realizada mediante avaliação antropométrica, medida da composição corporal por DXA e análise bioquímica. Pretendemos também avaliar possível associação entre o estado nutricional dos pacientes com ES e o acometimento do trato gastrintestinal apresentado pelos mesmos.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CRISTIANE KAYSER VEIGA DA SILVA - Responsável pelo Projeto - Docente

MARCELO DE MEDEIROS PINHEIRO  - Docente

THAIS FERNANDES MARIGHELA - Doutorado - Mestrado

Acolhimento em infiltrações intra-articulares de joelho de pacientes com osteoartrite: um estudo prospectivo, controlado, randomizado.

Data: 03/02/2014 - em andamento

Estudo controlado randomizado prospectivo em 60 pacientes com osteoartrite primária de joelho que serão divididos em dois grupos de intervenção: Grupo 1 - Acolhimento + Injeção intra-articular com 40mg de hexacetonide de triancinolona Grupo 2 - Injeção intra-articular com 40mg de hexacetonide de triancinolona sem acolhimento. O acolhimento ao paciente será realizado antes da intervenção e durante a primeira semana pós intervenção. Os pacientes serão avaliados imediatamente após a infiltração intra articular e por 4 semanas por avaliadores clínicos "cegos". Os instrumentos de avaliação clínica contemplarão: dor local, edema local, goniometria articular, porcentagem e percepção de melhora, função de joelho (questionário funcional e testes funcionais), qualidade de vida, necessidade de analgésicos e efeitos adversos.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

JAMIL NATOUR  - Docente

RITA NELY VILAR FURTADO - Responsável pelo Projeto - Docente

SANDRA REGINA TOFFOLO - Doutorado - Mestrado

CONTRIBUIÇÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO E DO USO DO GLICOCORTICÓIDE EM MODELO DE OSTEOPOROSE ASSOCIADA À ARTRITE INDUZIDA PELO COLÁGENO TIPO II EM CAMUNDONGOS

Data: 01/01/2012 - em andamento

A artrite reumatóide (AR) é uma doença inflamatória articular caracterizada por complicações ósseas, incluindo a osteoporose. Na AR, a perda óssea periarticular, as erosões ósseas e a osteoporose sistêmica são observadas, com risco aumentado de fraturas. A contribuição relativa do processo inflamatório e do uso de glicocorticóide como determinantes da osteoporose na AR não são bem determinados. No presente estudo, serão investigados os efeitos da artrite e do glicocorticóide na perda óssea associada a artrite induzida pelo colágeno tipo II (AIC). Camundongos DBA/1 machos com idade de 4 meses (10 animais por grupo) serão tratados por 8 semanas com prednisolona (5 mg/kg em pastilhas de liberação lenta por via subcutânea). A AIC será produzida por técnica padrão 2 semanas após início do protocolo. O efeito da artrite e do glicocorticóide será testado em quatro grupos experimentais: A: controle; B: controle + Prednisolona; C: AIC; D: AIC + Prednisolona. A densidade mineral óssea (DMO) será avaliada por DXA no tempo inicial e após 4 e 8 semanas de tratamento, enquanto que a remodelação óssea in vivo será mensurada pelos níveis séricos de CTX e PINP no final do estudo. O dano e erosão articular serão investigados por escore histopatológico. A histomorfometria óssea estática e dinâmica será realizada em todos os grupos ao final do protocolo para determinar os efeitos da artrite e do glicocorticóide sobre a formação e reabsorção ósseas. A mineralização óssea in vitro, a atividade de fosfatase alcalina e a expressão de genes marcadores do osteoblasto (medidos por PCR em tempo real) serão investigados em cultura de células estromais da medula óssea extraídas dos diferentes grupos do estudo ao final do experimento. O estudo espera determinar a contribuição relativa do processo inflamatório e do glicocorticóide sobre a perda óssea associada a AIC.

Pesquisadores da Escola Paulista de Medicina

CHARLLES HELDAN DE MOURA CASTRO - Responsável pelo Projeto - Docente

DANIELA VARGAS HORVATH ZANETTI - Doutorado - Mestrado

MARINA ELOI - Discente - Mestrado

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